Existem tradições que são presentes em nossas vidas e uma muito presente para muitos é o famoso almoço de domingo. Mas, para que isso aconteça geralmente é necessário o uso de um móvel muito visto nos lares, mas que está sumindo aos poucos.
A mesa de jantar tradicional vem perdendo espaço em muitos projetos residenciais, principalmente em apartamentos compactos e casas com ambientes integrados.
A mudança não representa o desaparecimento do móvel, mas reflete uma preferência crescente por soluções mais versáteis, como bancadas, ilhas, mesas retráteis e cantos compactos.
Com a valorização de cozinhas abertas e áreas sociais multifuncionais, os ambientes passaram a ser planejados de forma mais integrada.
Em vez de manter um cômodo exclusivo para refeições formais, muitos projetos unem cozinha, sala e varanda, transformando o espaço de comer também em área para conversas, trabalho rápido, preparo de alimentos e recepção de visitas.
A revista Architectural Digest destaca que ilhas soltas e bancadas funcionam como alternativas práticas em casas pequenas ou cozinhas com pouco espaço.
Segundo a publicação, esses móveis ajudam a concentrar diferentes funções no mesmo ambiente, substituindo a tradicional sala de jantar em muitos projetos contemporâneos.

Móvel tão usado ao longo dos tempos está desaparecendo?
Apesar das chamadas que sugerem um “adeus à mesa de jantar”, especialistas em decoração não consideram a peça ultrapassada.
A Elle Decor apontou, em levantamento com designers, que salas de jantar dedicadas continuam em alta para 2026, especialmente em projetos voltados à convivência, conforto e uso diário.
Na prática, a escolha depende do tamanho do imóvel, do estilo de vida e da rotina da família. Em espaços compactos, bancadas com banquetas, mesas dobráveis e móveis planejados costumam oferecer mais funcionalidade.
Já em casas maiores, a mesa de jantar segue relevante para refeições em grupo, encontros familiares e ocasiões especiais.
Entre as soluções mais utilizadas atualmente estão ilhas com assentos, bancadas integradas à cozinha, móveis embutidos e cantos alemães.
Modelos retráteis ou deslizantes também ganham destaque por ajudarem a otimizar a circulação e liberar espaço quando não estão em uso.
Assim, a principal mudança está na forma de utilizar os ambientes. A mesa de jantar deixa de ser um item obrigatório em todos os projetos e passa a dividir espaço com móveis híbridos, pensados para acompanhar rotinas mais dinâmicas e imóveis cada vez mais compactos.


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