A Copa do Mundo de 2026 caminha para se tornar a mais lucrativa da história também no setor de bilheteria.
A expectativa é que a Fifa arrecade mais de R$ 15 bilhões apenas com a venda de ingressos e pacotes de hospitalidade, impulsionada pelo novo formato do torneio, que contou com 48 seleções, 104 partidas e recorde de público.
O crescimento da receita foi favorecido pela alta demanda e pelo modelo de preços dinâmicos adotado pela entidade.
O Mundial disputado nos Estados Unidos, Canadá e México registrou forte procura por entradas desde as primeiras fases de comercialização.
Além dos ingressos tradicionais, a Fifa ampliou a oferta de experiências VIP e pacotes exclusivos, que chegaram a custar dezenas de milhares de dólares para a decisão do torneio, elevando significativamente o faturamento da competição.
🏆💰 A FIFA está prestes a anunciar uma receita recorde de US$ 15 bilhões com a Copa do Mundo de 2026, superando com folga a projeção inicial de US$ 11 bilhões.
— Curiosidades Brasil (@CuriosidadesBRL) July 19, 2026
O torneio deve registrar um dos maiores superávits da história da entidade, impulsionado principalmente pela enorme… pic.twitter.com/fRjVdLZ8GM
Números do último Mundial já ficaram para trás
Com esse desempenho, a arrecadação com bilheteria supera com folga os números da Copa do Mundo de 2022, refletindo a estratégia da Fifa de aproveitar o potencial comercial do mercado norte-americano.
O crescimento das receitas reforça a força econômica do principal torneio do futebol e deve aumentar os investimentos da entidade em competições, programas de desenvolvimento e distribuição de recursos às federações filiadas.
O sucesso financeiro da Copa do Mundo de 2026 consolida uma nova era para a competição.
Além de bater recordes de público e audiência, o torneio confirma que o modelo ampliado e a valorização dos ingressos transformaram o Mundial em um dos eventos esportivos mais rentáveis do planeta, fortalecendo ainda mais a posição da Fifa no mercado global do esporte.


Deixe um comentário