A Copa do Mundo de 2030 promete uma experiência histórica, com jogos realizados em Espanha, Portugal e Marrocos, além de partidas comemorativas no Uruguai, Argentina e Paraguai.
No entanto, quem deseja acompanhar o torneio de perto precisará de um bom planejamento financeiro. Especialistas estimam que uma viagem pode custar entre R$ 25 mil e mais de R$ 200 mil por pessoa, dependendo do número de partidas, do padrão de hospedagem e do roteiro escolhido.
Como ter um “desconto” no roteiro
Para um roteiro mais econômico, com duração de 10 a 12 dias e foco na fase de grupos, o investimento deve variar entre R$ 25 mil e R$ 50 mil.
Já os torcedores que pretendem assistir a jogos em diferentes países ou optar por hotéis de categoria superior podem desembolsar entre R$ 45 mil e R$ 130 mil, enquanto experiências premium podem ultrapassar a marca dos R$ 200 mil.
Especialistas recomendam começar a guardar dinheiro desde já. Para atingir uma meta de aproximadamente R$ 35 mil, o ideal é reservar entre R$ 450 e R$ 850 por mês, ajustando os aportes conforme a inflação.
Também é aconselhável manter uma margem extra para possíveis oscilações cambiais e adquirir euros de forma gradual, reduzindo o impacto das variações da moeda ao longo dos próximos anos.
O custo para acompanhar uma Copa do Mundo vem aumentando a cada edição, impulsionado pela valorização das passagens aéreas, hospedagem, ingressos e pela política de preços dinâmicos adotada durante o torneio.
Por isso, quem pretende viver essa experiência em 2030 deve tratar a viagem como um projeto de médio prazo, garantindo mais tranquilidade financeira quando a bola começar a rolar.